05 julho 2012

D. Passos Coelho, "o Corajoso"

Passos Coelho, primeiro ministro de Portugal, é um homem cheio de coragem para implementar medidas que prejudiquem / afectem / roubem a arraia miúda, mas depois enfrentar o seu descontentamento?
Pois sim. Mais um caso em que o medo é muito, mas a vergonha é pouca. Mais um caso de falta de respeito pelo povo que o elegeu.

Licenciatura "Honoris Causa"



Conhecia os doutoramentos "Honoris Causa", mas licenciaturas, nunca me tinha passado pela cabeça. Em Portugal os lobbies são tão fortes e a promiscuidade entre políticos e os outros sectores de actividade é tão grande que dá nisto: um indivíduo faz 4 disciplinas e é licenciado por valorização do currículo profissional!?!

Isto até pode ser legal, mas que é de uma imoralidade extrema, é. É também mais um exemplo da falta de vergonha dos políticos de carreira.

24 junho 2012

Faz um ano



Faz um ano de governo PSD/CDS. Poderia também dizer que faz um ano do governo da “Troika”, mas omito-o propositadamente, porque a “Troika não está verdadeiramente a governar Portugal. Está apenas a servir de cobertura para as políticas Neoliberais de Pedro Passos Coelho, apoiadas por Paulo Portas.

As medidas da coligação PSD/CDS vão quase sempre além do exigido no plano de assistência e disso se vangloria P.P.P.. Disse quase. Pois. Vão sempre além quando se trata de atacar os mais fracos. Ficam sempre aquém quando estamos perante os interesses dos grandes grupos económicos, com exemplos mais gritantes na falta de revisão das famigeradas Parcerias Publico-Privadas e nas rendas do sector energético.

Faz um ano que não avança a mais importante das reformas: a da justiça.

Faz um ano que temos um governo PSD/CDS cujo único objetivo é destruir o Estado Social construído em Portugal no pós 25 de Abril.

Faz um ano que o povo português anda adormecido com a cantiga “de fazer o trabalho de casa”.

A oportunidade de Passos Coelho

Na praia um português passeia junto ao mar quando vê um barco voltar-se. De repente alguém começa a pedir socorro.


- Socorro. Ajudem-me! Não sei nadar.

O português rapidamente joga-se à água mas quando chega perto do indivíduo este afunda. Determinado, mergulha em busca da vítima e consegue trazê-la à tona. Ofegante a vítima declara:

- Obrigado. Sabe? Sou o 1º ministro Passos Coelho e vou condecora-lo pelo seu heróico acto.

Ouvindo isto o salvador larga-o e começa a nadar para terra.

Passos começa de novo a estrebuchar e a pedir ajuda: “Que está a fazer? Não vá! Ajude-me!”

Ao que o outro responde:
- Não seja lamechas. Isto é para seu bem. Encare isto como a oportunidade de finalmente aprender a nadar!



(Anedota recebida por e-mail, com autor que desconheço)

23 junho 2012

Tira a mão do meu bolso

Passos Coelho - Best of 2010/2011



Desde já isto serve para não deixar cair no esquecimento e mostrar o caracter do nosso primeiro ministro. Gosto particularmente da parte em que refere que nunca iria invocar ingénuamente que não conhecia a situação!

Não nos podemos esquecer, também, que apesar dele andar "desaparecido", O SENHOR PAULO PORTAS É CONIVENTE COM TUDO O QUE ESTE SENHOR TEM FEITO.

O CDS tem que ser penalizado duramente nas próximas eleições, por todas as maldades que estão a fazer ao povo português. Sem eles as medidas não passavam.


Se a democracia é isto: Dizer uma coisa antes e fazer exactamente o contrário depois, prefiro a ditadura. Sempre é mais honesta.
Dá vontade de dizer: Volta Salazar, estás perdoado!

03 junho 2012

Última Hora: ASAE Encerra Assembleia da República


A Crise não poupa ninguém ...


O Zé Fugiu!



Eh, Eh, Eh!

Quando é que Passos Coelho muda de Vida?




Quando é que o povo português percebe que o Sr, Pedro Passos Coelho só está ao serviço dos grandes interesses e percebem aquilo que Ricardo A. Pereira diz?

Quando é que os portugueses exigem que P.P.P. tenha uma oportunidade para mudar de vida?

20 maio 2012

Vencedores 73 anos depois

Vencedores 2012




Vencedores 1939



ACADÉMICA, ACADÉMICA


Depois de cumprido o sonho de voltar a uma final no Jamor passados 43 anos, este guerreiro e valoroso grupo de trabalho encheu-nos de orgulho e alegria com a tão desejada vitória na Taça de Portugal 2011/2012. Obrigado rapaziada!
A-CA-DÉ-MI-CA,
A-CA-DÉ-MI-CA,
A-CA-DÉ-MI-CA,
A-CA-DÉ-MI-CA,
A-CA-DÉ-MI-CA!


18 outubro 2011

Reeleição de Alberto João Jardim: um dilema



A vitória de Alberto João Jardim nas últimas eleições regionais da Madeira deixa-me com um pensamento confuso. Por um lado, é injusta, dadas as suas “virtudes” pessoais e os problemas que criou. Por outro, é completamente certa: se foi ele que criou a situação, será também A.J.J. a lidar com ela e com as suas consequências.

CARLOS CESAR: O POLÍTICO QUE CUMPRE COM A PALAVRA



Carlos Cesar está a frente do governo regional dos Açores há 15 anos, o que, sendo muito tempo, pode ser considerado como pouco, quando comparado com os 33 anos do seu congénere da Madeira Alberto João Jardim.
Nas eleições de 2008, Carlos César anunciou que este seria o seu último mandato e, ao que parecem será mesmo, dado que já veio confirmar que não se recandidata.

Podemos ser levados a pensar que terá, eventualmente, objectivos mais elevados mas, infelizmente, é de salientar que um político vai cumprir com a sua palavra nos dias de hoje.

08 outubro 2011

Crise + FMI = EUROMILHÕES PARA OS EMPRESÁRIOS



Num cenário de crise de contas públicas, em que o estado tem dificuldade de se financiar normalmente nos mercados, quer por falta de procura para os seus títulos, quer por o preço exigido ser incomportável, é normal o recurso à intervenção do F.M.I..
É o nosso caso actual, mas com a particulariadde de intervirem também a União Europeia e o Banco Central Europeu, formando a famigerada Troika, devido a fazermos parte daquela união aduaneira e de termos aderido à moeda única “Euro”.

Também é normal que, quando um credor empresta dinheiro a um devedor que já se encontre em dificuldades, lhe venha a colocar determinadas exigências comportamentais futuras, de modo a assegurar que os seus créditos serão satisfeitos no respectivo vencimento.

Assim, as medidas de austeridade definidas no acordo entre PS, PSD, CDS e a Troika, fazem sentido na medida em que estas conduzem ao cumprimento das nossas obrigações financeiras internacionais enquanto Estado.

Parece, no entanto, que quem irá pagar a “factura” da nossa desgovernação pós 25 de Abril serão, exclusivamente, os trabalhadores, com especial enfoque sobre a classe média.

A redução da Taxa Social Única (T.S.U.) e a profunda alteração das leis laborais com claro prejuízo para o trabalhador e correspondente benefício para as entidades empregadoras, são disso um exemplo claro que, sem qualquer dúvida, vai ser utilizado abusivamente pelos nossos empresários, que irão despedir indiscriminadamente e efectuar novas contratações para os mesmos lugares, mas com salários substancialmente mais baixos que os anteriormente praticados, acentuando ainda mais as grandes diferenças de rendimentos que já vigoram em Portugal.

Este governo ultraliberal, liderado pelo Ultra-ultra liberal Pedro Passos Coelho, está ansioso por entregar o Jackpot do Euromilhões aos empresários portugueses e por fazer de Portugal o Brasil antes de Lula da Silva.

Tributo a Steve Jobs



Faleceu no passado dia 5 de Outubro o co-fundador da Apple Steve Jobs (Steven Paul Jobs). Nascido a 24.02.1955, este californiano destacou-se pelo seu empreendedorismo e pelo seu génio visionário. Desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais na década de 70 e foi o primeiro a perceber o potencial da interface gráfico para o utilizador através da utilização do rato, no início da década de 80. Já neste século, sem ele não teríamos o iPhone e o ipad.
Apesar do seu rasgo ter deixado planos para o Apple até 2015, o mundo não será mais o mesmo sem o seu génio criativo.
Pode-se mesmo dizer: Há um antes e um depois de Steve Jobs.

Os cortes na despesa do governo PSD/CDS


Em cada vez que o actual governo vem anunciar cortes na despesa pública, verificaram-se novos aumentos de impostos, apesar da elasticidade tributária do português comum estar à muito estilhaçada. Por isso caros governantes, não façam mais cortes na despesa do estado. Eu já estou satisfeito!

25 setembro 2011

Miúdo chega ao 8º ano sem saber ler nem escrever!



Simplesmente inacreditável.
O Marcos tem 16 anos (no momento da reportagem tinha 15) e apesar de andar na escola há cerca de 10 anos, não sabe ler, escrever ou contar. Sabe assinar o nome e mal! Não tem a mínima ideia geográfica sobre o país onde vive e muito menos, obviamente, sobre o mundo. Quando lhe perguntam sobre uma cidade portuguesa que conheça, responde ... França!!!! Não tem a mínima ideia sobre a era em que vive, sequer sobre a data do próprio nascimento, pois acha que nasceu a "27 do 3 de 1600"!
Apesar de tudo isto, Marcos frequenta o 8º ano de escolaridade embora, há 20 anos atrás, o nível dos seus conhecimentos fosse mais adequados para o 8º dia de aulas na 1ª classe. Incrivelmente (ou não), a directora da escola não só não se mostra minimamente preocupada com a ineficácia de um sistema de ensino, que permite a um aluno transitar sucessivamente de ano sem um mínimo de conhecimentos adquiridos, como também ainda vem concordar com ele, afirmando que se trata de um incentivo à presença do aluno na escola.
Portanto, nos dias de hoje, a aprovação não depende de nada, sendo um dado adquirido para qualquer um. O mérito do aluno na aquisição de conhecimentos é acessório, ou seja, se ele aprender alguma coisa, porreiro pá, se não aprender, vamos lá passá-lo de ano se não ele não vem à escola. Tudo isto por causa dos números (e talvez algo mais). Mais precisamente para apresentar um número de pessoas com uma dada escolaridade no país, ainda que fictícia, uma determinada taxa de aprovação e ainda, para termos o máximo de alunos nas escolas. Se existisse abandono e com o decréscimo de natalidade verificado em Portugal nos últimos anos, mais escolas iriam fechar e menos professores seriam colocados. Só desta maneira é compreensível que uma classe tão contestatária como a docente, não se tenha manifestado contra este tipo de situação. Em minha opinião, para um aluno frequentar a escola não é necessário a “promessa” de aprovação. Basta que o estado intervenha e ameace retirar o aluno à família, pelo menos durante o tempo lectivo, por manifesta incapacidade de exercício do poder paternal.
Agora, pessoas com o 9º ou 12º ano, sem qualquer tipo de qualificação é que não pode ser possível, não só porque representa um desperdício dos preciosos recursos do estado, como também porque acarreta o arrastamento do atraso do país e o surgimento de dramas pessoais futuros. Mais, esta falta de rigor representa, também, uma gritante falta de respeito pelos alunos que meritoriamente atingiram as qualificações académicas citadas.
Termino com uma pergunta. Será que o objectivo dos sucessivos governos que permitiram este descalabro, para além da questão numérica, também foi descredibilizar o ensino público para abrir as portas ao ensino privado?

24 setembro 2011

Contra o bicho da madeira

Vamos esclarecer os cidadãos

Já que colocam nos maços de cigarros avisos sobre os seus efeitos na saúde, porque não colocar também:
  • Menções do mesmo teor nos pacotes de batatas fritas;
  • Alusões a animais torturados, nas embalagens de cosméticos;
  • Histórias de pessoas sem abrigo, nas contas de água e luz;

E ainda,

Nas guias de pagamento de impostos, identificação de políticos corruptos, bem como, as verbas que o estado colocou no BPN, os montantes gastos nas revisões das Parcerias Publico Privadas, os desvios orçamentais no Continente e na Madeira, ...

Fica a proposta.